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Roteiro mostra a real situação das forças armadas

tropa de elite, tropa, elite, bope, josé, padilha, policia, batalhão, operações, especiais, filme, wagner, moura, nacimento, sistema, favela, matias, neto, denuncia, corruptos, caio, junqueira, A pirataria não vai tirar o brilho de “Tropa de Elite” no cinema. O filme de José Padilha, que estréia em outubro, é imperdível. O roteiro surpreende ao narrar com tanta veracidade a criminalidade e a profissão policial sob o ponto de vista dos policiais do BOPE (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar).

Wagner Moura tem uma interpretação primorosa como o capitão Nascimento (do BOPE). É impressionante como o ator parece ser um membro da corporação nas cenas de ação na favela, onde tortura e mata traficantes; ou quando o seu personagem agride os policiais no curso de operações especiais do BOPE. É um belíssimo trabalho de composição do ator.

Outros dois destaques são Caio Junqueira e André Ramiro, que fazem o papel de Neto e Matias, respectivamente. Em nenhum momento há um desequilíbro na atuação dos dois ao lado de Wagner Moura. Caio e André incorporam de tal maneira os personagens que de fato parecem policiais honestos que buscam o BOPE para lutar contra a corrupção.

DENÚNCIA

“Tropa de Elite” é um retrato da inversão detropa de elite, tropa, elite, bope, josé, padilha, policia, batalhão, operações, especiais, filme, wagner, moura, nacimento, sistema, favela, matias, neto, denuncia, corruptos, caio, junqueira, valores na sociedade, em que para se tornar um policial ou se corrompe, ou se omite ou ainda acaba na guerra do tráfico, como fizeram os personagens Nascimento, Neto e Matias. A história se passa em 1997, quando o Papa João Paulo II vem ao Brasil. Sua segurança fica a cargo do BOPE. Porém, nesta época, o capitão deseja se afastar da polícia por causa da família. Para isso, ele precisa encontrar um substituto à sua altura.

Outro ponto levantado no filme é a questão do usuário de drogas. Nos diálogos, é colocado abertamente que os consumidores também são responsáveis pela cadeia do tráfico. Para ilustrar essa denúncia, a atriz Fernanda Machado, que vive a estudante Maria, desenvolve um trabalho comunitário na favela, mas usa drogas.

Um fato curioso no roteiro: o BOPE não é colocado como ‘salvador dos fracos e oprimidos’. São exibidas cenas que mostram uma corporação que combate a violência com atitudes igualmente violentas. Em uma das passagens do longa, estes policiais dizem: “A gente não entra para morrer, a gente entra para matar.”

“Tropa de Elite” reforça o trabalho de José Padilha em ‘desvendar’ fatos reais, como aconteceu no documentário “Ônibus 174”.

Fonte: Ego

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1 Comentário:
  • Silveira Neto 30 de setembro de 2007 13:36

    E eles estão até vendendo o boneco do capitão nascimento, protagonizado por Wagner Moura no filme tropa de elite:
    eupodiatamatando.com/2007/09/30/chegou-o-boneco-do-capitao-nascimento/

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